Arquivo de Dezembro, 2007

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Frases de Dexter.

Dezembro 29, 2007

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O seriado Dexter, de uns tempos pra cá, vem me conquistando completamente… Sempre adoro as narrações em off do protagonista, mas nunca havia pesquisado uma lista com todas elas. Fui na comunidade da série no Orkut, e copiei as que mais gostei, listadas abaixo:

“Eu gosto de fingir que sou sozinho, completamente sozinho… Não existem segredos na vida. Apenas verdades escondidas, que ficam sob a superfície. E há anos estou flutuando na superfície da minha vida.”

“Todos escondem quem são pelo menos por parte do tempo. Às vezes, você enterra essa parte de si mesmo tão fundo, que precisa ser lembrado de que ela está lá. E, às vezes, você só quer esquecer quem você é de verdade.”

“Meu novo amigo pensou que eu não seria capaz de resistir à presa que ele deixou pra mim, mas eu resisti. Eu não sou o monstro que todos querem que eu seja. Não sou homem nem animal. Sou algo inteiramente novo. Sou algo com as minhas próprias regras.”

“Não sei o que me fez ser o que eu sou. O que quer que tenha sido, deixou um vazio em seu lugar.”

“Claro que tenho um sonho para minha vida. Pode parecer estranho, mas quero um dia estar satisfeito com as coisas. Apenas me sentir confortável, como todo mundo… Uma vida normal. Nada de fama, fortuna ou agito em cada esquina. Prefiro a chatice normal: o mediano, o ordinário. Isso é estranho, hein?!”

“Ela é casada com um monstro e nem sabe disso… Nem deve conhecê-lo de verdade. Talvez seja esse o segredo de um relacionamento duradouro.

“Posso desmembrar um homem inteiro e chegar em casa a tempo de assistir Letterman. Mas não sei dizer algo para confortar minha namorada quando ela está insegura. Eu realmente estou perdido.”

“Rita é perfeita porque, de uma certa forma, ela é tão danificada e problemática quanto eu.”

“Não costumo compartilhar meus problemas com ninguém. Sigilo. Independência. Sempre consigo ver os problemas dos outros mais claramente que os meus.”

“Se os olhos são a janela da alma, a mágoa é a porta. Enquanto ela estiver fechada, é a barreira entre o saber e o não saber. Fuja, e ela continuará fechada para sempre. Abra e atravesse, e a dor se tornará verdadeira.”

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english post.

Dezembro 29, 2007

I’m tired.

I know, I already said that.

Now, I won’t be available for a long time.

I’m going to hide myself like the the Into The Wild’s boy.

I’m not somebody’s favorite boy.

I’m not so important.

At least, that’s how I feel. 

It’s all hard, we just make different choices.

Are you watching closely?

Does anybody care?

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fucking tired.

Dezembro 26, 2007

I’m so fucking tired of everything.

Cansado de correr atrás das pessoas.

Cansado de ser sempre o responsável.

Cansado de não ter o que fazer.

Cansado de fazer programações que nunca saem.

Cansado de sentir.

Cansado de sempre inicar conversas no MSN.

Cansado de pessoas que parecem não dar a mínima após terem se afastado.

Cansado de pessoas inúteis na minha vida.

Cansado de reclamar.

Cansado de aparentar.

Cansado de tudo.

Agora eu só sento e espero. Chega de tentar fazer alguma coisa. :P

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Regina Field ou Sally Duarte?

Dezembro 24, 2007
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Desde que eu comecei a assistir Brothers & Sisters, comecei a virar admirador da Sally Field. Há muito tempo atrás eu tinha visto um filme dela que gostei bastante – “Norma Rae”, que lhe concedeu o merecido Oscar de Melhor Atriz. Na medida em que fui conferindo a série, comecei a ficar com uma pulga atrás da orelha: “com quem a Sally Field se parece?”. Logo, descobri que era com uma atriz que eu odeio, a caras-e-bocas Regina Duarte, cuja última e infeliz aparição foi naquela novelinha chamada Páginas da Vida, onde ela sempre entortava a cabeça e ficava com um olho torto (sim, eu sei imitar ela) toda vez que alguém vinha com preconceitos pra cima da sua filha com Síndrome de Down (a Clarinha, ou “mocha munita). Desde que descobri essa semelhança de Sally com Regina, comecei a criar uma certa aversão por ela toda vez em que ela faz algum gesto parecido com a da atriz brasileira. Claro que continuo adorando Sally, mas de vez em quando enxergo Regina. Depois da versão brasileira de Desperate Housewives, aqui no Brasil entitulada de Donas-de-Casa Desesperadas, (onde as atrizes brasileiras não têm nada de parecidas com as americanas, com excessão da que interpreta a Bree Van de Kamp), se quiserem fazer uma versão brasileira de Brothers & Sisters chamada Irmãos & Irmãs, a Regina Duarte PRECISA fazer o papel da Sally Field. Caso isso aconteça, vai ser uma das melhores cópias já feitas do mundo americano televisivo. E eu, pra variar, vou me divertir horrores com a mediocridade do Brasil…

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Bloody Saturday.

Dezembro 23, 2007

Um sábado nada amigável…

Eu nunca consigo dormir até muito tarde. Não sei se é em função do hábito de acordar cedo todos os dias, mas meu horário habitual de levantar da cama é entre 9h e 9h30. Nos felizes dias que consigo dormir até tarde, sinto-me renovado. Só que esses dias nunca existem, pois sempre aparece alguma coisa pra me atrapalhar. Primeiramente eu já desisti de tentar dormir de tarde – é aspirador de pó, gente gritando pensando que os outros são surdos, pessoas inúteis batendo na porta pra vender alguma coisa ou telefone tocando constantemente com parentes querendo bater o famoso “papo-furado”. Fiiquei até impressionado quando acordei nesse sábado e vi que era 11h. Assim que desliguei o celular para retornar ao sono, alguém teve a feliz idéia de ligar o home theater na sala e ouvir o cd “Chitãozinho & Xororó – Natal em Família“.  Duas irritações nesse momento. 1) Chitãozinho & Xororó cantando com Sandy & Junior. 2)Músicas de Natal. Minha tentativa de ignorar a música (“Pobreziiiiinho, nasceeeeeu em Beléééém”) foi inútil, mas tentei ignorar. Até que chega a minha digníssima vó e abre a janela do quarto bem na minha cara, com aquele sol radiante! Aí desisti completamente. Depois ela volta e me convoca para uma missão impossível: tirar o gato que ficou preso embaixo do sofá. Como eu sou uma pessoa muito bem humorada pela manhã (só falto bater em alguém) fui lá. Demorei vários minutos, mas consegui tirar aquele demônio. Peguei aquela gata maldita (a única da casa que eu ODEIO, simplesmente porque ela tem mania e prazer em me irritar com seus miados incessantes) e espantei pra bem longe.

A cozinha estava interditada de gente e nem consegui tomar ou comer nada. De repente chega minha mãe dizendo que veio me buscar para o churrasco do irmão do namorado dela. Eu dei um olhar pra ela e em seguida ela retrucou “mas tu tá sempre de mal humor, nunca satisfeito com nada, saiu a tarde inteira ontem…” e eu, calmamente, respondi: “eu não disse nada.”. Tentei ser o mais simpático possível e fui para o tal churrasco (coisa que odeio: churrasco + cerveja + pagode bem alto + parentada rindo o tempo inteiro + calor infernal + nada pra fazer). Fiquei sentado lá na sala, comendo o mínimo possível e lendo os jornais e revistas que tinham por lá. Será que sou o único que odeia esse tipo de reunião familiar? Hora de ir embora. Matheus secretamente faz uma cara maligna e de vitória. Entrando no carro, meu irmão e minha mãe confabulam: “ah, tá tão quente… podíamos ir na piscina né”. O oferecido do meu irmão (fazendo de tudo para agradá-la, após saber que foi reprovado no colégio) concorda com a maior alegria. Eu, pra não ser criticado furiosamente de novo, faço um aceno com a cabeça concordando. E lá partimos para casa, pegamos as roupas apropriadas e fomos para o Grêmio Náutico Gaúcho…

Depois de alguns minutos, chegamos lá e até tive a felicidade de ver uma piscina, afinal estava 35ºC e eu odeio calor. Fui pro vestiário, troquei-me e fui pra piscina. Mergulho, faço minhas meditações sob a água (sim, eu penso muito melhor embaixo d’água) e quando retorno à superfície, vejo o céu completamente nublado. Fiquei puto. Muito puto. Nem me refrescar eu consigo. Saí da piscina irritado e começa a bater um vento fortíssimo. Fui ao encontro da minha mãe e me dei conta que não trouxe toalha! “Ótimo!”, exclamei. Fiquei sentado na cadeira absorvendo o vento gelado que me fez quase ter uma hipotermia enquanto minha mãe, bem feliz, diz que o ventinho está “super-agradável”. 16h e nada de chances de ir embora. Meu irmão diz que vai jogar futebol e minha mãe anuncia a dead line: “Às 17h nõs vamos. Tu tá irritado ou é impressão minha, Matheus?”. Eu olho, transformo meu rosto e digo: “Não, estou apenas pensando na vida.”. 17h em ponto anuncio o horário e finalmente vamos embora.

Chego em casa, ligo o computador e a porcaria resolve trancar toda hora. Minha mãe entra no quarto e manda eu me arrumar. Sim, eu esqueci completamente que era o aniversário da minha tia. Peguei o travesseiro e bati com ele na cama, pra amenizar a irritação. Arrumei tudo e fui pro aniversário. Que coisa bem boa! Toda parentada, gente que minha vó me apresenta e que não vão adicionar nada na minha vida, gente que já me “carregou no colo”, idosos, isentos, crianças chatas e outras coisas do gênero. Agora, nesse exato momento, o povo tá todo lá embaixo, falando da novela das oito ou de desgraças da vida, competindo pra ver quem tem mais tragédia em seu repertório. E eu aqui em cima, tentando me divertir no computador. Depois me perguntam porque eu sou tão irritado. People see what they want to see, nobody knows what I really am.

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Disque “S” para Sarandon.

Dezembro 21, 2007

 

Como todos sabem, a “Academy Award Winner” Susan Sarandon é minha atriz favorita. Sempre perdoei ela por causa de seus deslizes… seja pelo constragimento de Tudo Acontece em Elizabethtown, a caricatura de Alfie – O Sedutor ou seu pior desempenho em A Estranha Família de Igby. Boa parte da minha ansiedade com No Vale das Sombras era em torno de sua interpretação. Parecia ser o filme em que ela iria renascer das cinzas e dar a volta por cima. Mas não foi dessa vez. Ela faz o melhor que pode de suas pouquíssimas cenas, mas fiquei impressionado de como a direção de elenco tratou ela mal. A única coisa que ela faz o filme inteiro é ligar para o marido. A coitada deve ter ficado com a orelha doendo de tantas tomadas falando no telefone. Toda vez que o telefone tocava eu virava para o Sr. Kapranos (a divertida companhia de última hora) e dizia: “olha, deve ser a Susan Sarandon”. Até pensei que no final, na cena em que o Tommy Lee Jones chega em casa com as luzes todas apagadas, ela estava morta, porque ela simplesmente “some” da história e pára de fazer ligações. Quem manda fazer tantas porcarias seguidas. Pelo amor de Deus, salvem Susan Sarandon! Alguém liga pra ela não pra dar tomadas de telefone, mas pra oferecer uma atuação decente.

Ah, aguardemmmm. Se eu tiver paciência e inspiração: “Minha História de Natal”. E não, não vai ser com a Susan Sarandon no telefone. A não ser que eu me inspire e dê algum papel decente pra ela, hahahaha.

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it’s the most cliche time of the year.

Dezembro 19, 2007

Quando eu era mais novo, o Natal me encantava. De certo é porque eu não notava como as pessoas podiam ser idiotas e trouxas nesse mês pavoroso. Eu não enxergava que todo mundo vira bonzinho nessa época… Todo mundo com bons sentimentos, todo mundo perdoa, todo mundo faz declaração de amor, todo mundo adora seus amigos, todo mundo fica feliz de ir ao shopping lotado pra comprar presentes, todo mundo se abraça, todo mundo se emociona… E eu, como sempre, sou do contra. Acho o Natal uma das coisas mais clichês desse planeta. Afinal, qual é a moral? O nascimento de Jesus? Hahaha, como se todos fossem cristãos. Nada mais é que uma data capitalista. Sem contar que, além de toda essa falsidade, tem filme da Xuxa, show do Roberto Carlos, especiais de fim de ano da Globo e parentes chatos visitando e perguntando sobre namoradas e vestibular. Agora começa o pior hiato da minha vida. Dezembro, Janeiro e Fevereiro são os PIORES meses do ano. E eu tenho minhas razões pessoais. Alguém me salve, pelo amor de Deus!Não vou desejar feliz Natal pra ninguém, muito menos feliz Ano-Novo. Tenho vontade de bater em quem vier pra mim falando: “Ano novo, vida nova”. Como se as pessoas mudassem de um dia pro outro. As pessoas não mudam nunca.

Abaixo, os melhores filmes e músicas do ano.

Músicas: (ordem aleatória)

  1. “Easier To Lie”, interpretada por Aqualung
  2. “La Même Histoire”, interpretada por Feist
  3. “You Can’t Stop The Beat”, interpretada por Nikki Blosky, Zac Efron, Elijah Kelly, Amanda Bynes, John Travolta e Queen Latifah
  4. “Read My Mind”, interpretada por The Killers
  5. “Signal Fire”, interpretada por Snow Patrol
  6. “Transatlanticism”, interpretada por Death Cab For Cutie
  7. “As Lovers Go”, interpretada por Dashboard Confessional
  8. “Guaranteed”, interpretada por Eddie Vedder
  9. “Pictures Of You”, interpretada por The Last Goodnight
  10. “Recovering The Satellites”, interpretada por Counting Crows

Filmes (ordem de preferência)

  1. “O Ultimato Bourne”, de Paul Greengrass”
  2. “Ratatouille”, de Brad Bird
  3. “Hairspray – Em Busca da Fama”, de Adam Shankman
  4. “Notas Sobre Um Escândalo”, de Richard Eyre
  5. “O Despertar de Uma Paixão”, de John Curran
  6. “O Último Rei da Escócia”, de Kevin MacDonald 
  7. “A Rainha”, de Stephen Frears
  8. “Pecados Íntimos”, de Todd Field
  9. “Babel”, de Alejandro González-Iñárritu
  10. “Piaf – Um Hino Ao Amor”, de Olivier Dahan