
“Before you can change the world you must realize that you, yourself, are part of it. You can’t stand outside looking in.”
Lembro de um dos pouquíssimos episódios que vi de Sex And The City onde a Carrie Bradshaw (só eu acho que ela foi a mais sem graça no quarteto do recente longa?) entrou em desespero porque o notebook dela foi para o conserto e ela corria o risco de perder tudo o que tinha dentro dele. Não lembro se ela perdeu ou não – que os fãs me ajudem a lembrar! -, mas o fato é que eu lembrei dela quando eu recebi a notícia de que tudo o que exisitia dentro do meu notebook foi destruído por causa de um problema na placa-mãe. Logo eu, que sempre fui tão precavido com essas porcarias de vírus (sério, quem manda vírus devia ser preso), perdi absolutamente tudo. A minha preciosa lista de filmes que só existia lá, todos os tipos de fotos imagináveis (definetly!), meus arquivos sagrados do word, as músicas que eu quase morri procurando na internet e os curtas que fiz e que provavelmente só eu tinha guardado no computador. Dá vontade de dar uma de Ruth Fisher em uma de suas alucinações e gritar “what did I do to funking deserve it?“. Mas enfim, agora não adianta lamentar-se. Everything Ends. Incluindo o notebook ¬¬
Outro fato relevante é que parece que um furacão passou por mim. Tive a gripe mais chata de todos os tempos (mas não a pior, óbvio), infestada por dores de cabeça e tosses intermináveis que eu denominei de “temporária tuberculose”. Gripe, aliás, que por algum fato sobrenatural não foi passada para alguém que deveria ter pegado de mim, hahaha. Eu ando como um zumbi, sempre com sono e desanimado; nunca durmo o suficiente, estudo demais, meus filmes estão todos atrasados empilhados em um canto da estante e minhas tarefas virtuais nunca são finalizadas. Enfim, eu ando com cara de louco pelas ruas e dentro de casa também. O interessante é que eu consegui média pra passar em letras. Já é alguma coisa…


















