
“What she finally had to admit was that she was angry. She was angry even with her kids, just for being like her, always refusing to let things go. She was specially angry at how they had gotten in their own way. Risking happiness by shutting out the ones they love the most. When a husband dies you’re supposed to be able to mourn your loss. You’re supposed to grieve, but she could not. He had robbed her of that option. So, instead, she did the only thing left to do. She said good bye.”
Venho por meio desse post expressar a minha grande decepção com Dexter, que depois de uma segunda temporada simplesmente excepcional se tornou um produto morno e muito sem graça. De brilhante mesmo resta apenas o personagem, que é o melhor da TV atual. Sem ele, o seriado estaria uma completa bosta, com o perdão da palavra. Viva Michael C. Hall que, desde os seus tempos de David em Six Feet Under, já demonstrava ser um ótimo ator. Já é o quinto capítulo da temporada e nada de muito interessante aconteceu até agora. Esperemos os próximos. Enquanto isso, uma outra série vem crescendo em progressão geométrica faz um bom tempo. Brothers & Sisters deixou de ser um típico drama-novelão para entrar para a lista dos melhores seriados em exibição. Realmente uma surpresa. Sem falar do marcante elenco, em especial a minha adorada Rachel Griffiths, sempre se renovando e entregando excelentes momentos.
Já faz um certo tempo que eu retornei para as minhas aulas e eu ainda não consegui retornar para o meu ritmo antigo. Parece que eu esqueci como acordar cedo, pegar ônibus, ir ao inglês à tarde e estar exausto no fim do dia. O fim do ano se aproxima (e daqui a pouco o natal está infestando a cidade ¬¬) e o apocalipse já citado nesse blog também. O porém dessa “nova temporada” é a chegada de novos personagens no elenco, mais especificamente na rua ao lado. Os velhos permancem os mesmos, cada um com suas importâncias variáveis. That’s all.
















